janeiro 31, 2010 por em Cliques

Crackers vendem senhas do Twitter

Cibercriminosos encontraram uma nova maneira de conseguir dinheiro. De acordo com pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab, existem crackers tentando vender senhas de usuários do Twitter por algumas centenas de dólares.

Acesse a matéria publicada pelo OLHAR DIGITAL

 

STF. Obrigatório Envio Eletrônico em Seis Tipos de Ação

A partir de 1º de fevereiro o STF suspende o recebimento de ações por meio físico, passando a admitir exclusivamente por meio eletrônico o ajuizamento das seguintes ações originárias: Reclamações, Ações Diretas de Inconstitucionalidade, Ações Declaratórias de Constitucionalidade, Ações Diretas de Inconstitucionalidade por Omissão, Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental e Propostas de Súmula Vinculante.

Os advogados somente poderão peticionar através de certificação digital.

Sugestões para a Resolução TSE sobre arrecadação eleitoral por cartão de crédito

A proposta de Resolução do TSE para doação por cartão de crédito pode ser melhorada.

Sugerimos algumas alterações que estão publicadas no Blog da Propaganda Eleitoral na Internet.

Propaganda eleitoral antecipada no Twitter penaliza candidato

O TRE do Acre condenou candidato do Partido Progressista por ter postado mensagem anunciando sua candidatura a deputado estadual. O post foi excluído de sua página pessoal no Twitter.

A representação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral demonstra que o Órgão está atento ao movimento das redes sociais

Ex hacker recomenda cuidado na internet

Kevin Mitnick – famoso hacker condenado a 5 anos de prisão na década de 90 – demonstrou na Campus Party modernas técnicas de invasão e recomenda os passos básicos da segurança online:

– não forneça informações pessoais para estranhos;  não clique em links desconhecidos; desconfie das mensagens que recebe de empresas e não preencha seus dados pessoais em sites de origem duvidosa

O Big Brother diz que vem para o bem

Elio Gaspari. O Globo. 24 jan 2010

Uma ideia para se rastrear a internet naufragou na Inglaterra, mudou de alma e chegou ao Brasil CHEGOU AO BRASIL a oferta de uma tecnologia de rastreamento de navegações pela internet capaz de mexer simultaneamente com a estrutura do mercado publicitário, com o alcance dos seus serviços e com a privacidade da clientela.

Atualmente, é comum o rastreamento dos endereços por onde navega uma pessoa. O Google rastreia as pesquisas que lhe são pedidas e com isso seleciona os anúncios que coloca em suas barras laterais. No ano passado, faturou mais de US$ 20 bilhões vendendo publicidade.

A publicidade direcionada é o sonho de receita de todas as empresas do universo da internet. Alguém quer anunciar uma pousada na Paraíba para casais com crianças pequenas, hábitos caros e gosto por windsurf? O rastreador coloca seus anúncios nas páginas de pessoas que navegam no mundo do luxo, dos esportes radicais e no comércio de brinquedos ou videogames. O anunciante, por sua vez, paga de acordo com o número de cliques que sua propaganda atraiu.

O novo Big Brother chega com quatro notícias. Uma ruim, três boas. Primeiro a ruim: a iniciativa é oferecida pela empresa Phorm, que em 2007 meteu-se numa tenebrosa transação na Inglaterra. Fez uma sociedade com a British Telecom e, sem aviso, rastreou o movimento dos internautas da operadora. Apanhados, desmancharam o negócio.

Agora, as boas notícias. As empresas de telefonia envolvidas na negociação garantem que a conversa parte de três clausulas pétreas. A saber:
1)O rastreador não guardará no seu banco os sítios frequentados pelo freguês, muito menos sua identidade pessoal. Ele traçará o perfil do cliente seguindo seu rastro, mas jogará fora as pegadas.

2)As operadoras de celulares que vendem serviços de internet não misturarão seus cadastros eletrônicos com os dados telefônicos da freguesia. Eles refinariam o perfil dos usuários, mas xeretariam a vida alheia.

3) Só será rastreado quem quiser, enquanto quiser. A Phorm e a BT tentaram enganar a clientela e ganharam um formidável adversário, Tim Barners-Lee, o cientista que, em 1989, teve a ideia de criar um troço chamado “world wide web”, o popular www.

Berners-Lee sustenta que o rastreamento deve ser uma escolha exclusiva do consumidor. Como o negócio é muito bom, as empresas podem oferecer incentivos para quem quiser ser rastreado. Criou-se no mercado a mistificação segundo a qual é dada ao freguês a opção de sair do serviço, obrigando-o a cumprir um breve calvário. Essa postura é arrogante. Não se oferece uma coisa a uma pessoa exigindo que ela se manifeste caso não a deseje. É justo o contrário, quem quer leva, quem não quer passa.

Efeito Tuiter do artigo sobre a internet na eleição 2010

*Estou aportuguesando com licença poética do Millôr

O Webinsider publicou nosso artigo comentando sobre as restrições para a internet na eleição 2010 e postou a notícia em sua página Tuiter.

Como o Webinsider tem opinião, sinceridade e alma, possui milhares de seguidores. E vários deles retuitaram sua notícia.

Esse efeito multiplicador das redes sociais comprova o poder na transmissão infinita da informação.

O candidato que aprender a interagir com os eleitores no Tuiter com certeza conseguirá conquistar muitos votos na rede.

TSE debate arrecadação de recursos por cartão de crédito

O TSE realiza audiência pública para debater e receber sugestões dos setores interessados para as próximas instruções das eleições de 2010.

Compareceram às audiências anteriores representantes da OAB, do Ministério Público Eleitoral, da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas, da Associação Brasileira de Rádio e Televisão, da Associação Nacional de Jornais, do Ibope, emissoras de televisão e representantes de partidos políticos.

No dia 04 de fevereiro será discutida a instrução sobre arrecadação de recursos por cartão de crédito. As sugestões de alteração devem ser endereçadas ao Ministro Arnaldo Versiani e protocolizadas no TSE.

Acesse a minuta da resolução.

Justiça Federal do Rio aceita cadastramento de advogados de outras Seccionais da OAB

 Encaminhamos ao Juiz Federal Supervisor do Processo Eletrônico – Dr. Renato Cesar Pessanha – questionamento sobre a possibilidade de cadastramento no sistema de peticionamento eletrônico da Justiça Federal do Rio de Janeiro de advogados não inscritos na Seccional da OAB/RJ.

Nossa dúvida foi por ele encaminhada ao Diretor do Foro – Dr. Alexandre Libonati de Abreu – e devidamente esclarecida: o único empecilho ao cadastramento de advogados de outras seccionais da OAB reside na necessidade de comparecimento pessoal para validação do cadastro.

Assim, advogados inscritos em qualquer Seccional da OAB podem realizar seu cadastro no sistema desde que realizada a confirmação pessoal do cadastro, mediante comparecimento presencial do interessado. 

Acesse o ofício do Juiz Federal Renato Cesar Pessanha

 Matérias relacionadas:

Consultor Jurídico

      Advogados não terão empecilhos com cadastramento

 Instituto dos Advogados Brasileiros

      Cadastramento de Advogados de outras Seccionais da OAB

OAB/RJ

      Advogados inscritos em outras seccionais poderão se cadastrar no TRF-2

Cartilha do Peticionamento Eletrônico da Justiça Federal

Acesse a cartilha elaborada pela Justiça Federal da 2ª Região com informações detalhadas sobre o funcionamento do peticionamento eletrônico

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